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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Militares Portugueses Regressam do Kosovo


O batalhão de  125 militares do contingente português destacado no Kosovo regressou hoje a Portugal, completando a rotação das forças nacionais em missão naquele teatro de operações, iniciada no passado dia 19.

Os militares que regressam ao aeroporto de Figo Maduro pertencem ao 2º batalhão de Infantaria Pára-quedista, da Brigada de Reacção Rápida, comandados pelo tenente-coronel Paulo António Cordeiro.

Estes militares, que estavam destacados desde Março de 2013, forão rendidos por um outro grupo de 125 efectivos, que partiu também hoje de manhã.

O novo contingente irá constituir-se como Reserva Táctica do Comandante da Força Internacional durante os próximos 6 meses, indo localizar-se no campo português de "Slim Lines", nos arredores de Pristina.

Portugal participa na KFOR desde 1999, funcionando há vários anos, como reserva táctica do comandante da missão.

A KFOR tem um contingente actual de 6300 efectivos, fornecidos por 31 Estados, dos quais 23 da NATO.

A intervenção militar no Kosovo foi decidida pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, através da resolução 1244, com a NATO a comandar as forças desde 1999.

Para ver o Vídeo da Chegada emotiva dos 125 Militares clique AQUI

Fonte:Lusa

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Parcerias Entre Empresas e as Forças Armadas Agradam ao Ministro da Defesa




Durante uma visita à empresa Critical Software, no âmbito da Base Tecnológica e Industrial para a Defesa (BTID), José Pedro Aguiar-Branco referiu que, para além das empresas públicas ligadas à defesa, existem empresas com "capacidade” de intervenção no desenvolvimento de projetos para as Forças Armadas portuguesas. 

Para o Ministro da Defesa Nacional, as Forças Armadas "têm um prestígio internacional que é de primeira linha” e que importa aliar à "capacidade e inteligência" da iniciativa privada. 

"Se conseguirmos juntar esse prestígio, essa experiência acumulada de terreno (…) ao desenvolvimento para a área tecnológica, ganhando corpo para a industrialização e para a exportação, estamos a fazer algo que o pais agradece”, frisou Aguiar-Branco, acrescentando que “em vez de estarmos a trabalhar de costas viradas uns para os outros, estamos convergentes em benefício da economia portuguesa”. 

Relembrando que o universo das indústrias da defesa “não está circunscrito às participações do Estado”, o Ministro da Defesa Nacional afirmou que importa agora afinar um modelo que demonstre o potencial do sector em Portugal. 

Esta nova fase constitui “um desafio para nós” e esta é também “a razão para eu estar aqui hoje”, afirmou José Pedro Aguiar-Branco, acrescentando que “nós estamos numa situação internacional, em que os constrangimentos são grandes, a necessidade de partilha é grande e as politicas ao nível da NATO e da União Europeia são a de tentar fomentar, ao máximo, a partilha do desenvolvimento e da industrialização”.

"Se juntarmos o otimismo com a energia positiva, a persistência típica e a resiliência das forças armadas o resultado vai ser, seguramente, altamente positivo", concluiu o Ministro.

Fonte:Defesa